Foi feito um convite aos professores Júlio Dolbeth e Rui Santos para desenvolverem uma proposta editorial conjunta entre ucs de ilustração e área de técnicas de impressão.Assim, estabelecidas algumas condicionantes pela área, nomeadamente papel de impressão, formatos e processos que se podiam usar, participantes seleccionados começaram a trabalhar, muitas das vezes pela primeira vez, nas suas chapas. Os resultados estão aí, e vão ser apresentados conjuntamente com vários outros projectos sob o tema “Mutantes e outros lugares estranhos” na Galeria dos Leões, com inauguração a 10 de Abril.

ÁGUA-FORTE

Processo baseia-se na protecção da chapa – que pode ser de alumínio, cobre, latão ou zinco – com um verniz de proteçção, seguido do desenho que se deseja obter, com estilete ou outra ferramenta de ponta metálica. Dessa forma, o desenho aparece onde o verniz foi retirado, sem arranhar o metal, permitindo a acção do ácido. Nas zonas onde é retirada o verniz, o ácido actua criando os sulcos onde a tinta se deposita. O tempo de acidulação do ácido define tonalidades diferentes e o processo pode ser repetido inúmeras vezes. O método da água-forte pode ser combinado com outros processos de gravura, em particular a ponta-seca, mas difere de todos os outros por ser o único em que a gravação é feita totalmente pela acção dos ácidos.

Catálogo Mutantes

 

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